O programa Minha Casa, Minha Vida tem se destacado no atendimento a famílias de baixa renda, com um terço dos financiamentos destinados à Faixa 1, que abrange famílias com renda mensal de até R$ 3.200. Esta informação foi divulgada pelo secretário Nacional de Habitação, Augusto Rabelo, durante o encontro CBIC de Incorporadores e Construtores 2026, em Goiânia, nesta terça-feira (27). Segundo Rabelo, o avanço no financiamento habitacional tem contribuído para reduzir o déficit habitacional no Brasil.
Conforme relatado pelo Ministério das Cidades, no Centro-Oeste, das 65.554 unidades habitacionais contratadas, 26.577 foram para famílias da Faixa 1. Nacionalmente, de janeiro a outubro deste ano, mais de 544 mil famílias contrataram financiamento habitacional com recursos do FGTS ou do Fundo Social, somando cerca de R$ 102 bilhões em financiamentos. Além disso, o Governo Federal concedeu R$ 8,5 bilhões em subsídios para facilitar a entrada e reduzir os juros.
Desde a retomada do programa em 2023, diversas medidas foram implementadas para acelerar o financiamento habitacional, incluindo a criação do Minha Casa, Minha Vida Classe Média e do Minha Casa Minha Vida Cidades, além da introdução do Fundo Social como fonte de recursos a partir de 2025. Essas ações, junto com a redução dos juros e a ampliação dos tetos de renda, têm permitido que mais brasileiros acessem o programa. Em menos de quatro anos, o programa já alcançou 2,7 milhões de contratações de moradias em 5.330 municípios, cobrindo 95% do território nacional.
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