O programa Minha Casa, Minha Vida foi criado em 2009 durante o governo do presidente Lula, como parte do Plano Nacional de Habitação, com o objetivo de enfrentar o déficit habitacional no Brasil. Desde então, o programa beneficiou mais de 15 milhões de pessoas, sendo considerado o maior programa habitacional da história do país.
A iniciativa surgiu como resposta à crise econômica de 2008 e teve como meta inicial a construção de um milhão de moradias para a população de baixa renda, com subsídios parciais ou integrais do governo. O programa foi elaborado com a participação de movimentos sociais e foi expandido durante o governo Dilma Rousseff, incorporando novas faixas de renda. A Faixa 1, por exemplo, foi destinada às famílias de menor rendimento, oferecendo os maiores subsídios.
Entre 2009 e 2018, o programa contratou cerca de 5,5 milhões de unidades habitacionais. No entanto, após o impeachment de Dilma Rousseff em 2016, o governo Temer promoveu cortes no financiamento para famílias de baixa renda. Durante o governo Bolsonaro, o programa foi substituído pelo "Casa Verde e Amarela", que reduziu significativamente o orçamento destinado a famílias de baixa renda.
Com o retorno de Lula à presidência em 2023, o Minha Casa, Minha Vida foi reativado e expandido, priorizando novamente a Faixa 1. Entre 2023 e 2026, o programa contratou cerca de 2,7 milhões de moradias, com investimentos significativos, incluindo recursos do Orçamento, FGTS e Fundo Social do Pré-Sal.
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